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Biblia

sexta-feira, 6 de maio de 2011

A PROPÓSITO DA LEI QUE ESTABELECE A UNIÃO ENTRE PESSOAS DO MESMO SEXO

A PROPÓSITO DA LEI QUE ESTABELECE A UNIÃO ENTRE PESSOAS DO MESMO SEXO.

O congresso brasileiro não inovou com a união entre pessoas do mesmo sexo; são bem antigo, os casos  de homossexualidade; os mais conhecidos e documentados se refere à Grécia e Roma.
Na Grécia existia o exército dos amantes precisamente em Tebas, já se pode imagina o que seria esse tal exército. Adriano imperador de Roma, é conhecido também como um homoerótico, Alcebíades amava Sócrates, este por sua vez rejeitou o erotismo de Alcebíades; os gregos de forma geral não se importavam muito com esse tipo de relacionamento, e na história se registra as paixões de generais pelos rapazes gregos de belo porte.

Também temos coisa “homoerótica”, no esporte, alguns se tornam amantes pela paixão comum no futebol e no beisebol, feminino e masculino.

O comportamento da igreja a partir de agora é cuidar de seus estatutos e prevenir neles a entrada de homossexuais, a menos que se convertam, cada instituição faz o seu próprio regimento interno, e se alguém quer viver de uma forma diferente que fique fora da comunidade cristã, e se criarem uma igreja “homossexual” é problema de quem quiser fazer isso ou aquilo, já que foi estabelecidos certos direitos para eles ninguém poderá mudar isso a não ser por Lei.
No entanto a constituição brasileira não prever a família formada por um homem e outro homem ou uma mulher com outra mulher, a família de acordo com a Constituição a família é formada pela união de um homem e uma mulher. Então podemos fazer constar em nossos estatutos que família é isso e não o que lemos na “ficção jurídica”.

Quanto ao direito de assistência médica e outros direitos que são conferidos ao cidadão que paga os seus impostos eles (os homossexuais) tem o mesmo direito. Se o judiciário quiser fazer valer mais do que isso, é simplesmente por vaidade dos juízes em se fazer de “medalhões” da justiça, estrelismo e nada mais. A Lei tem lá seus limites, não se pode decretar o fim da lei da gravidade, o fim do tempo, ou a inexistência dos números.

Quanto à festa que fazem por poderem se unirem com uma certidão de casamento, isso não tem importância nenhuma e não garante nada para eles que antes não fosse garantido, a não ser o direito de herança e outros semelhantes. E quem garante que se amarão para sempre por causa de uma folha de papel? Agora que são legalmente unidos, vai iniciar corrida por divórcio, a briga por herança, a traição legal, os desafetos os ajustes de contas, o abandono de crianças adotadas e processos amontoados no mesmo judiciário que achou tempo para aprovar a união “gay” e não acha tempo para resolver o direito do consumidor, do pobre, dos que perderam suas casas em desabamentos, que foram enganados por construtoras, que foram desapropriados, gente que espera anos pela devolução de dinheiro de bens que foram alienados, basta conferir em Ribeirão Preto a venda da Ceterp até agora os acionistas não receberam nada pela venda efetuada pelo então prefeito da cidade o Sr. Antonio Palocci
Essa Lei não faz do homem uma mulher nem de uma mulher um homem. È uma ficção tal quais muitas ficções jurídicas em nosso país e em muitos outros.

De agora em diante as crianças sofreram o impacto da figura distorcida do pai e da mãe. O que é um pai? O que e uma mãe? Mesmo que a Lei diga que um homem é também uma mãe, será uma ficção jurídica grosseira que cairá no ridículo.
Já existe religioso que aceita a pedofilia com adolescentes, afirma que essa paixão já não pode ser traduzida como pedofilia, esse é o comportamento de muitos no Oriente que se casma com crianças. Esperamos que o congresso não formule leis que terminem aprovando a pedofilia como uma simples paixão.

Será muito curiosa a manchete da Veja, “Ricardo e Ricardo” felizes para sempre etc., certamente quem navegar nesse noticiário irá quebrar, no reservado o povo brasileiro e muitos outros povos não aceitam certas definições legais que desfigura o homem em um não-homem e uma mulher, em uma não-mulher.

Logo tudo isso ficará no esquecimento, o que os governantes fazem é enganar o povo omitindo os graves problemas do país, muita gente vivendo na pobreza absoluta, enquanto o governo oferece uma distração jurídica para enganar a maioria.

Também é coerente com a justiça deixar viver quem deseja assim viver, não temos que perseguir nem amaldiçoar, e na Igreja a exortação é a mesma que o apóstolo fez aos Romanos, aliás em Roma a homossexualidade era comum, corria frouxo, por isso mesmo Paulo fala dos costumes de alguns romanos com sendo uma abominação.

E, finalmente, por enquanto o que se deve combater é a ditadura da minoria como fala o filósofo Gilles Lipovsky. Se eles querem viver assim que vivam e deixem os outros em paz.
 Bispo I.Barreto