Esta foi a sua vida

Biblia

sábado, 8 de janeiro de 2011

Por que Jesus orava?

Senhor, ensina-nos a orar



Jesus orava. Nós podemos ver, em nossas próprias limitações e necessidade, razões para orar. Mas, o que estava atrás das orações de Jesus? Jesus é Divino, Todo-poderoso, o Eu Sou, Jeová. Que necessidades suas poderiam ser satisfeitas com oração? Contudo, ali estava ele em forte choro, lágrimas e devoção, orando (Hebreus 5:7).

Quando ele tomou a humanidade sobre si mesmo, ele ainda era aquele que sempre existia, e existe. Mas, por muitas razões no plano de Deus, por ter sido gerado como um homem, ele tomou voluntariamente a relação de Filho para Pai, e aprendeu a obediência. Esta posição estabelecia, não somente identidade carnal conosco, mas identidade moral também, na exigência de sujeição.

Tendo vindo para fazer a vontade de outro, ele era guiado pelo Espírito (Lucas 4:1,14), e operava milagres pelo poder do Espírito Santo (Atos 10:38), e não pela sua própria vontade (Marcos 5:30). Ele orava porque confiava na providência do céu.

O reconhecimento desta providência levou a orações de agradecimento. Ele agradecia a Deus pelo alimento (Mateus 15:36). Outra oraçao de agradecimento demonstrava sua associação com o Pai, para que aqueles que estavam na ressurreição de Lázaro pudessem entender que ele tinha sido enviado por Deus (João 11:41-42). Nossas orações podem identificar-nos com Deus.

Eu cresci num lugar e num tempo quando as pessoas eram muito modestas na expressão pública de fé. Seria "exibição" dar graças num restaurante. Mas, agora, eu creio que é bom para o mundo ver que há aqueles que reconhecem Deus como fonte de bênçãos, recebendo seu alimento com agradecimento, mesmo em público, desse modo expressando relação, como Jesus o fez. Para evitar o exibicionismo, pode-se fechar no quarto para orações mais longas.

Enfrentando arrogância intelectual, Jesus dava graças pelo propósito partilhado com respeito à verdade, escondida dos orgulhosos que apreciam suas próprias respostas, mas revelada aos humildes que a buscam (Mateus 11:25-26). Do mesmo modo, quando nossos propósitos estão em harmonia com o de Deus, não seremos abalados pelas pessoas notáveis desta escuridão. Daremos graças a Deus porque as insolentes celebridades do mundo não definem a verdade.

Jesus orava antes de iniciar a obra de Deus. Ele passou toda a noite orando antes de nomear os Doze (Lucas 6:12). Todos os pormenores desgastantes para iniciar uma obra não deverão inibir a oração, mas ordená-la. Continuar avante rumo à "glória de Deus" com uma petição inadequada sugere egoísmo e demasiada confiança em si mesmo.

O cansaço depois da ação também encontrou Jesus em oração. Ouvindo falar da morte de João, Jesus procurou a solidão, mas foi tragado pela maré humana que o seguia. Depois de curar os seus doentes, de alimentá-los, e de mandar embora seus discípulos, ele subiu a um monte para orar (Mateus 14:13-21). Seguindo-se outros dias estafantes, ele buscou alívio num lugar deserto (Marcos 1:25; Lucas 5:12-16), para orar.

Quando estamos muito pressionados, as orações de Jesus oferecem um melhor exemplo do que o sono desesperado de Elias, depois do triunfo sobre os profetas de Baal. Percebeu? A conseqüência do triunfo pode levar à decepção e à depressão. A fadiga pode trazer a vulnerabilidade e a tentação quando a oposição é implacável. Jesus encheu períodos em seguida a grande atividade com oração. Isto restaura a força, confiando na Fonte do triunfo.

A petição e a intercessão estão ligadas na oração de Jesus precedendo o Getsêmani (João 17). Ele apreciava a comunhão com o Pai. Ele também ansiava por uma maior comunhão que tinha sido rompida pela sua encarnação. A comunhão se tece por meio da oração. A intimidade com Deus leva a oração. Mas a necessidade reconhecida por maior intimidade é buscada adequadamente e efetivada na oração.

Outra marca dessa oração era a preocupação com outros, mais tarde exprimida na notável oração depois que Satanás procurou a queda de Pedro. Jesus orou para que a fé de Pedro não falhasse. Isto ensina-nos mais do que entendemos. Ele pediu ao Pai por algo que exigiria um ato de vontade por um outro. Desde que Deus não compeliria Pedro contra sua vontade, Deus tem que ter meios providênciais que podem afetar nossas escolhas ou, então, por que Jesus pediria? Um auxílio óbvio a Pedro foi o conhecimento de que Jesus oraria por sua fé. O conhecimento de nossas orações, por aqueles por quem oramos, pode ser acrescentado aos fatores favoráveis dos outros meios de Deus quando oramos.

Estas são algumas coisas que ocasionaram as orações de Jesus: sua sujeição e confiança, o agradecimento, o início de uma obra, o fim de um trabalho, a necessidade e o desejo de uma comunhão com Deus, a necessidade de outros verem esta comunhão, e a intercessão pelos outros. E, naturalmente, a necessidade de força no jardim. E minhas orações? Que sejam como as de Jesus!

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Apóstola Neuza Itioka confirma conteúdo da carta sobre a vinda de Jesus até 2018, mas se nega a comentar

Apóstola Neuza Itioka confirma conteúdo da carta sobre a vinda de Jesus até 2018, mas se nega a comentar

Apóstola Neuza Itioka confirma conteúdo da carta sobre a vinda de Jesus até 2018, mas se nega a comentar
A Apóstola brasileira Neuza Itioka confirmou a veracidade e conteúdo da carta enviada a Cristãos em todo o Brasil, mas se negou a responder as polêmicas em torno do conteúdo.
A carta causou extrema polêmica após a Apóstola, comentando sobre a volta de Jesus, citou uma suposta teoria de um rabino que teria morrido em 1217 e profetizado o fim do mundo em 2017 e defendeu a tese: “Sim, de acordo com os acontecimentos, a figueira que representa Israel floresceu em 1947 e o Senhor disse que, a geração que assistiu o florescimento não passaria, até que todas estas coisas acontecessem. Uma geração dura 70 anos. De 1947 mais 70 anos corresponde a 2017. ( Lc. 21; 29-33) Aparentemente, o Messias está para voltar, logo e logo. Você e eu poderemos estar no meio desta igreja que sobe ou fica.” Neuza ainda comentou na carta que a data do acontecimento poderia ser em 2018 e não em 2017 como profetizou o rabino.
Entre outros conteúdos além da polêmica de 2017, a Apóstola afirma que há uma Nova Ordem Mundial supostamente criada pelas 13 famílias mais ricas do mundo, estes seriam os Iluminates que junto com a ONU estariam trabalhando para acelerar a vinda do anti-cristo. Neusa Itioka também previu para os próximos anos a eliminação de 90% da população mundial e pediu muitas orações e jejuns, recomendou ler 20 vezes os dois livros de Tessalonicenses e alertou que muitos evangélicos não irão ter com o Pai devido a suas condutas, mudanças de opinião ou pouca dedicação a Deus.
Procurado pelo Gospel+, o Ministério Ágape e Neuza Itioka se negaram a comentar a polêmica, mas confirmaram que a carta foi realmente toda escrita e enviada pela Apóstola líder do Ministério.

O outro lado

O Ministério Ágape Reconciliação negou que Neuza tenha afirmado ou sugerido que Jesus faria sua segunda vinda a Terra em 2017. Segundo o Ministério, Neuza Itioka apenas citou e defendeu em sua carta aos Cristãos a profecia do Rabino Ben Samuel como alerta.
O Ministério Ágape Reconciliação também afirmou que irá fazer correções na carta e publica-la no site oficial do Ministério.

Sobre Neuza Itioka

Neuza é formada em Pedagogia pela USP e publicou os livros Os Deuses da Umbanda, A Noiva Restaurada, Restauração Sexual, Libertando-se de Prisões Espirituais, Cristo nos resgata de toda maldição, entre outros. Foi ungida Apóstola pelo também Apóstolo Rony Chaves, da Costa Rica, o mesmo ungiu Valnice Milhomes ao mesmo título em 2001, todos são ligados ao Dr. Morris Cerullo. Tanto Valnice quanto Morris já profetizaram o fim do mundo, o americano anunciou que seria em 2000 e a brasileira em 2007, ambos erraram.
Fonte: Gospel+

È tempo de Orar


"Senhor, ensina-nos a orar"

"Senhor, ensina-nos a orar"

Os discípulos de Jesus tinham crescido numa cultura que dava grande importância à oração. Eles deveriam estar familiarizados com as muitas orações registradas no Velho Testamento; talvez tivessem memorizado algumas delas. Sem dúvida, tinham ouvido os pais devotos orar, e podemos ter certeza de que, nas sinagogas ou nas esquinas das ruas, tinham ouvido os fariseus orando. Entretanto, quando ouviram Jesus orar, reconheceram uma nova dimensão na comunicação com Deus.

"De uma feita, estava Jesus orando em certo lugar; quando terminou, um dos seus discípulos lhe pediu: Senhor, ensina-nos a orar como também João ensinou aos seus discípulos"
(Lucas 11:1).

Muitos fatos importantes são entendidos neste pedido:

Primeiro, os discípulos viam em Jesus o valor da oração. Eles viam como ele orava freqüentemente, não porque tinha chegado certa "hora de oração", mas por causa de seu senso de necessidades. Sem dúvida, eles já tinham visto o que foi tão claramente demonstrado mais tarde no jardim: a força que ele ganhava com a oração. Eles queriam saber como aproveitar essa fonte de força e receber os benefícios que estavam tão obviamente disponíveis para ele na oração.

Segundo, eles reconheciam o valor da instrução. Poderia se supor que qualquer um que crê em Deus deveria ser capaz de falar com ele fácil e naturalmente. Contudo, é aparente, mesmo ao observador casual, que alguns oram melhor do que outros e que o ensinamento é útil neste assunto importante. João tinha ensinado seus discípulos a orar e os discípulos do Senhor sentiam como eram inadequados e como tinham necessidade da ajuda dele.

Finalmente, eles identificaram Jesus como o melhor mestre possível. E não era de se admirar! Ele conhecia o Pai melhor do que qualquer outro o conheceu. Tendo existido "em forma de Deus" e tendo se esvaziado, "assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens", ele entendia mais plenamente do que qualquer outro homem a fraqueza da humanidade e a necessidade de assistência divina. E, melhor do que qualquer mero humano, ele entendia a sabedoria de Deus para saber o que é melhor para o homem, o poder de Deus para dá-lo, e o amor de Deus que está disposto a ouvir os apelos de seus filhos. Ele sabia o que tinha acontecido no céu, em resposta às orações de homens como Moisés e Daniel. Quem melhor poderia ensinar os discípulos a orar? Quem pode ensinar-nos melhor?

Jesus nos ensina o que a oração é. Muitos pensam que ela seja uma simples lista de coisas que queremos que Deus nos dê ou serviços que queremos que ele nos preste. Alguns vão um pouquinho mais longe para incluir os agradecimentos. "Súplicas com ações de graças" (Filipenses 4:6) são apropriadas à oração, mas estas somente não são suficientes para definir a oração. Este entendimento inadequado do que a oração é pode bem explicar por que gastamos tão pouco tempo em oração; não leva muito tempo para recitarmos nossa lista de carências e talvez menos tempo para listar as coisas pelas quais somos gratos. Quando Jesus passou noites inteiras em oração, não foi porque ele tinha uma lista de coisas tão grande pelas quais pedir ou dar graças. Foi porque ele estava falando com seu Pai e com seu mais íntimo amigo. É isto que a oração é: falar com Deus, falando nossos pensamentos a ele como faríamos a um amigo. Quem entre nós sente que aprendeu fazer isto como Jesus fazia? Temos esperança de que cada leitor deste artigo sinta a mesma necessidade das instruções do Senhor que os primeiros discípulos sentiam.

Os artigos sobre a oração que seguirão nesse e sucessivos números da revista são destinados a expor o ensinamento de nosso Senhor sobre a oração. Os próximos quatro tiram lições do exemplo de Jesus. Depois, virão dez que examinarão suas instruções verbais sobre o assunto. Os próximos oito artigos desta série de estudos são uma análise do modelo de Cristo de oração. O último artigo contém algumas sugestões para aqueles que dirigem orações públicas. Contando este, são 24 artigos sobre oração, que aparecerão neste e nos próximos números de  Andando na Verdade. Todos nós seremos edificados pelo que se segue se abordarmos o estudo com a mesma fome que motivou os antigos discípulos a apelar: "Senhor, ensina-nos a orar".

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Centenário das Assembleia de Deus

Aos cem anos das Assembleias de Deus, estamos com uma nova missão.
Mesmo diante das investidas do inimigo das nossas almas, durante esses 99 anos de Pentecostes, estamos caminhando a passos largos rumo ao CENTENÁRIO  das Assembléias de Deus no Brasil, graças a Deus, iniciando uma série que contará a história desse Ministério iniciado com a história de dois homens determinados em fazer cumprir a vontade de Deus em suas vidas.     
Logo no início dessa grande obra era comum, entre outras coisas, a distribuição de folhetos contendo afirmações injuriosas, os ataques furiosos da imprensa local apoiando aqueles que não aceitavam a existência e a posição doutrinária da igreja nascente. Casas foram apedrejadas, insultos, algazarras tais que muitas vezes tornou-se necessário requerer a intervenção policial. Porém, nada, impediu os dois irmãos suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg, comissionados pelo próprio Deus, de aportarem em Belém no dia 19 de novembro de 1.910, quando, por algum tempo, alojados no porão de uma Igreja Batista localizado na Rua João Balbi, 406, os dois missionários expressaram, em terras paraenses, suas primeiras manifestações de amor à obra de Deus e a determinação em obedecer ao que lhes teria sido ordenado para executarem a proclamação do plano de salvação ao povo brasileiro. Até que, apoiados por alguns dissidentes batistas, em 13 de junho de 1.911, Daniel Berg e Gunnar Vingren, todos afastados da Igreja por suas novas convicções doutrinárias, partiram para o lançamento das bases do Movimento Pentecostal, cujas raízes se estenderiam por todo solo brasileiro. Como o movimento crescia abundantemente, os irmãos decidiram por sua organização, e, por deliberação unânime, no dia 18 de junho de 1911 foi fundada inicialmente a Missão de Fé Apostólica, mais tarde denominada Assembléia de Deus. O grupo inicial formado pelos dois missionários e mais 19 outros irmãos, não recuou diante das perseguições e dificuldades, passando a reunir na residência do casal Henrique e Celina Albuquerque, moradores da Cidade Velha, onde o poder de Deus manifestava-se de forma maravilhosa.
Rumo ao CENTENÁRIO, durante esse ano será a grande festa, semanalmente, estaremos publicando a evolução dessa história de amor ao Evangelho iniciada na capital, Belém, hoje, vivenciada por dezenas de milhares de homens e mulheres espalhados por todo mundo, dispostos a glorificarem o nome daquele que reinará para todo sempre: Jesus Cristo.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

um janeiro


Um Janeiro de provisão ..
Um Fevereiro de Restituição ..
Um Março de milagres ...
Um Abril de Restauração ...
Um Maio de portas abertas ..
Um Junho de Vitórias Certas ...
Um Julho de Maravilhas Incontáveis ...
Um Agosto de surpresas Inigualáveis ..
Um Setembro de muita glória ...
Um Outubro de muita Vitória ..
Um Novembro de sonhos realizados ...
Um Dezembro de desejos concretizados ...